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	<title>canilmamelucos.com.br &#187; Exposições</title>
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	<description>Canil Mameluco´s - Criação de Schnauzer Miniatura</description>
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		<title>Como funciona uma exposição de estrutura e beleza ?</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 00:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ivan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem três tipos de exposição de Estrutura e Beleza:
1. Exposição Geral de Todas as Raças: é um evento de âmbito geral onde entram todas as raças que, depois, são comparadas entre si para avaliar o nível geral da criação de cães. Dividem se em:
Exposição  Nacional – julgada por um Árbitro de grupo ou de todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem três tipos de exposição de Estrutura e Beleza:</p>
<p>1. Exposição Geral de Todas as Raças: é um evento de âmbito geral onde entram todas as raças que, depois, são comparadas entre si para avaliar o nível geral da criação de cães. Dividem se em:</p>
<p>Exposição  Nacional – julgada por um Árbitro de grupo ou de todas as raças onde os cães participam de Campeonato Nacional.<br />
Exposição  Pan Americana – julgada por um Árbitro de grupo ou de todas as raças onde os cães participam de Campeonato Pan Americano.<br />
Exposição  Internacional – julgada por um Árbitro de grupo ou de todas as raças onde os cães participam de Campeonato Internacional.</p>
<p>2. Exposição Especializada de uma Raça é uma mostra na qual só participam exemplares da mesma raça e têm o objetivo de esmiuçar as qualidades e faltas particulares da raça analisada. Julgada por um Árbitro especializado, normalmente, criador da raça.</p>
<p>3.  Match de raça é um evento de âmbito regional, julgada por um criador da raça que promove o evento com o objetivo de formar futuros Árbitros de Exposições.</p>
<p>O Ritual da Exposição</p>
<p>1.  Julgamento das raças – na primeira etapa da Exposição as raças são separadas por Grupos e cada raça de cada grupo é examinada separadamente, obedecendo ao seguinte ritual:</p>
<p>a) Julgamento das classes – as classes são separadas por sexo, idade e título. Primeiro as fêmeas e depois os machos.<br />
Na classe filhote são avaliados e classificados os cães com idade entre quatro e seis meses.<br />
Na classe Novíssimos seis meses e um dia e os doze meses.<br />
Na classe Juniores são avaliados e classificados os cães com idade entre os doze meses e um dia e os vinte e quatro meses.<br />
Na classe seniores são julgados os cães na faixa etária de mais de vinte e quatro meses que ainda não tenham títulos, para disputar o título de Campeão.<br />
Depois vem a classe campeonato onde são julgados os exemplares que já tenham obtido o título de campeão, para disputar o Grande Campeonato.<br />
Na Classe Grande Campeonato só participam os Grande Campeões.</p>
<p>b) Julgamento do Melhor da Raça – uma vez selecionados os vencedores das classes, a etapa seguinte é o julgamento do Melhor Macho entre os machos e da Melhor Fêmea entre as fêmeas. O julgamento da raça termina com o julgamento do Melhor da Raça e o Reserva da Raça entre o macho vencedor e a fêmea vencedora. No julgamento do Reserva da raça entram também os Reservas Macho e os Reserva Fêmea conforme o caso. Se o macho ganhar, entra o Reserva Macho para disputar com a Melhor Fêmea, o Reserva da Raça e vice versa.</p>
<p>2.  Julgamento dos grupos<br />
Os grupos são separados em 10, segundo o critério da FCI:<br />
Grupo  1 – Cães Pastores e Boiadeiros (Exceto os Suíços)<br />
Grupo  2 – Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços.<br />
Grupo  3 – Terriers.<br />
Grupo  4 – Dachshunds.<br />
Grupo  5 – Cães Spitz e Tipo Primitivo.<br />
Grupo  6 – Sabujos e Cães de Pista de Sangue.<br />
Grupo  7 – Cães de Aponte.<br />
Grupo  8 – Cães Recolhedores, Levantadores e d’Água.<br />
Grupo  9 – Cães de Companhia.<br />
Grupo 10 – Lebréis ou galgos.<br />
Grupo 11 &#8211; Cães não reconhecidos pela FCI</p>
<p>Os vencedores de raça, agora vão disputar os melhores dos grupos, assim, um a um entram novamente em pista os vencedores das raças pertencentes ao primeiro grupo. Desses cães são pescados os quatro melhores do grupo 1. Em seguida entram os vencedores do grupo 2 e, com o mesmo procedimento, são selecionados os quatro melhores do grupo 2 e assim por diante até o grupo 10.</p>
<p>3.  Julgamento do Final da Exposição<br />
Os vencedores de grupo, agora vão disputar o Melhor da Exposição, assim, um a um entram novamente em pista os vencedores dos grupos. Desses cães são selecionados os quatro Melhores da Exposição começando pelo Melhor da Exposição (Best-in-Show). Após entrar o reserva do vencedor o Árbitro seleciona o Segundo Melhor da Exposição e assim por diante.</p>
<p>Bruno Tausz – Etólogo<br />
<a href="http://www.brunotausz.com.br" target="_blank">www.brunotausz.com.br</a><br />
Presidente do Conselho de Cinologia da CBKC<br />
Árbitro Allrounder da CBKC<br />
Árbitro de Adestramento da CBKC</p>
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		<title>Para que servem as exposições e o pedigree?</title>
		<link>http://canilmamelucos.com.br/blog/2009/07/15/para-que-serve-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 00:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ivan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[“Uma exposição canina é instituída para qualificar, classificar e selecionar exemplares que tenham potencial para aprimorar a criação de cães.”
Muita gente se pergunta para que, participar de exposições caninas. Isso é só frescura! E o pior é que esse conceito se estende ao pedigree. A grande maioria das pessoas ainda acha que o pedigree serve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Uma exposição canina é instituída para qualificar, classificar e selecionar exemplares que tenham potencial para aprimorar a criação de cães.”</p>
<p>Muita gente se pergunta para que, participar de exposições caninas. Isso é só frescura! E o pior é que esse conceito se estende ao pedigree. A grande maioria das pessoas ainda acha que o pedigree serve apenas para encarecer o filhote.</p>
<p>Então porque as pessoas procuram os “legítimos”? Porque escolhem uma determinada raça? Se o pedigree não é importante, porque não comprar um vira-latas?</p>
<p>Bem! Vamos definir, primeiro, o que é raça pura.</p>
<p>Um cão de raça pura é o produto do acasalamento entre dois cães de mesma raça reconhecida pela FCI (Fédération Cynologique Internationale).</p>
<p>O órgão representante da FCI, no Brasil é a CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia).</p>
<p>Agora vamos definir mestiço.</p>
<p>Um cão mestiço é o produto do acasalamento entre dois cães de raças diferentes. Daí por diante, qualquer acasalamento de um cão de raça pura com um mestiço é, automaticamente, um mestiço.</p>
<p>Em seguida, vamos definir o que é vira-latas.</p>
<p>Um Vira-latas é o produto do acasalamento entre dois mestiços cujo resultado torna impossível definir qual ou quais as raças que o originaram… Alguns autores, ainda, definem o mestiço cujas raças de origem são impossíveis de definir como SRD (Sem Raça Definida).</p>
<p>O pedigree nada mais é do que um Certificado de Registro de Origem.</p>
<p>Tem o mesmo papel de um Certificado de Garantia de um produto. Ele vai garantir a procedência do exemplar que está sendo adquirido. É um documento que, se lido convenientemente, vai revelar ao comprador se o vendedor é um criador sério, se ele “apenas” possui uma fêmea que cruzou com um macho qualquer, ou se ele escolhe suas matrizes (fêmeas reprodutoras) e procura um bom padreador (macho reprodutor) para consumar o acasalamento, afim de obter uma ninhada com possibilidades.</p>
<p>É aí que entram as Exposições Caninas de Estrutura e Beleza.</p>
<p>Uma exposição canina é instituída para qualificar, classificar e selecionar exemplares que tenham potencial para aprimorar a criação de cães. É claro que os proprietários de cães vencedores festejam efusivamente as vitórias, mas somente um vence.</p>
<p>A qualificação será sempre mais importante do que a classificação. A classificação é feita por comparação entre os cães presentes. A qualificação independe do número de exemplares inscritos ou presentes. O árbitro qualifica cada exemplar de acordo com suas virtudes e suas faltas. Já nos aconteceu numa exposição, que, numa raça, o exemplar classificado como Melhor da Raça recebeu uma qualificação apenas Suficiente e, noutra raça, outro cão classificou-se em Terceiro lugar com uma qualificação Excelente.</p>
<p>O critério de avaliação deve obedecer aos objetivos da criação, portanto, o árbitro está em contato constante com os criadores para tomar ciência dos problemas que cada raça apresenta. Quando um árbitro observa a incidência freqüente de determinado defeito, creditado como hereditário, atribui um valor maior aos exemplares isentos dele.</p>
<p>Assim, uma Exposição Canina, ao invés de ser considerada uma “frescura”, é uma oportunidade para você escolher a raça, a pelagem, o porte, e o temperamento do cão que irá conviver com você, na mesma casa, pelos próximos 10 a 12 anos.</p>
<p>Bruno Tausz &#8211; Etólogo<br />
<span style="color: #ff6600;"><a href="http://www.brunotausz.com.br" target="_blank">www.brunotausz.com.br</a></span><br />
Presidente do Conselho de Cinologia da CBKC<br />
Árbitro Allrounder da CBKC<br />
Árbitro de Adestramento da CBKC</p>
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		<title>O julgamento do cão numa exposição</title>
		<link>http://canilmamelucos.com.br/blog/2009/07/15/o-julgamento-do-cao-numa-exposicao/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 00:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ivan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na avaliação de um exemplar para Exposição, o Árbitro julga mediante um roteiro. Os padrões oficiais das raças são elaborados pelas sociedades de criadores e, também, seguem este roteiro:
Exame Preliminar
1. Faltas Desqualificantes &#8211; neste quesito, o árbitro deverá verificar se o exemplar é ou não portador de faltas desqualificatórias comuns a todas as raças, tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na avaliação de um exemplar para Exposição, o Árbitro julga mediante um roteiro. Os padrões oficiais das raças são elaborados pelas sociedades de criadores e, também, seguem este roteiro:</p>
<p>Exame Preliminar</p>
<p>1. Faltas Desqualificantes &#8211; neste quesito, o árbitro deverá verificar se o exemplar é ou não portador de faltas desqualificatórias comuns a todas as raças, tais como, cegueira, surdez, mutilações ou qualquer tipo de invalidez; atipicidade; machos que não apresentem um ou os dois testículos perfeitamente visíveis na bolsa escrotal; faltas desqualificantes textualmente descritas pelo padrão específico de cada raça, tais como: faltas dentárias, mordedura incorreta, altura, temperamento agressivo etc. e, finalmente, a utilização de artifícios químicos, físicos ou cirúrgicos com a intenção de alterar a aparência natural, em favor das características rácicas exigidas pelo padrão.</p>
<p>2. Caráter e Temperamento &#8211; sendo o temperamento parte da bagagem genética, tem um peso acentuado na avaliação das outras qualidades. Embora não se possa fazer testes de temperamento, durante uma exposição, exceto para o grupo terrier, que tem seu teste específico. Durante o exame preliminar, o árbitro avalia as qualidades da estrutura mental do exemplar, através da observação do seu comportamento.</p>
<p>Exame em STAY (Parado)</p>
<p>1. Aparência Geral &#8211; verificação das características de porte, tipo e da harmonia do conjunto: proporções entre a altura, a largura e o comprimento; entre a cabeça e o tronco; o comprimento, textura, pigmentação, cor e marcações da pelagem; estado do pêlo, presença ou ausência de subpêlo; substância: relação ossatura e musculatura.</p>
<p>2. Cabeça &#8211; exame das características gerais de masculinidade e feminilidade; da proporção crânio-focinho; da inserção e do porte das orelhas; da inserção, forma, cor e expressão dos olhos; do stop, focinho e trufa; da boca: os maxilares, lábios, dentadura e mordedura, a coloração da mucosa e gengiva.</p>
<p>3. Linha Superior &#8211; visto de perfil, análise da linha de contorno que vai desde a nuca, passando pela crista da face dorsal do pescoço, cernelha, ápice dos processos espinhosos, ao longo da cadeia de vértebras dorsais e lombares até a garupa, na inserção da cauda. Neste quesito são examinados, ainda, a forma pela qual o pescoço está engastado no tronco; a posição da cernelha; resistência e elasticidade do dorso e do lombo; a posição, angulação e comprimento da garupa.</p>
<p>4. Linha Inferior &#8211; visto de perfil, análise da linha de contorno que vai da ponta do esterno (manúbrio), passando ao longo do esterno e do ventre, até a linha anterior do contorno da coxa. Aqui, são observados, ainda, o desenvolvimento do peito, de perfil, e do antepeito, de frente; forma e curvatura do arco descrito pelas costelas (visto pela frente ou por trás), conseqüentemente, o volume torácico e o grau de esgalgamento do abdome (com ou sem cinturinha).</p>
<p>5. Membros Anteriores &#8211; que inclui o ombro, o braço (úmero), o antebraço (rádio e ulna ou cúbito), a munheca (carpos e metacarpos) e o pé. O árbitro examina a substância, angulações escapuloumerais, paralelismo dos aprumos, inclinação ou verticalidade e direcionamento dos metacarpos, formato e compacticidade das patas; espessura, cor e resistência das almofadas plantares, dureza e aspereza da sola.</p>
<p>6. Membros Posteriores &#8211; que compreende a garupa (coxal), coxa (fêmur), perna (tíbia e fíbula ou perônio), jarrete (tarsos e metatarsos) e as patas. O exame é semelhante ao dos anteriores: o árbitro confere com as características da raça, o comprimento, largura e a inclinação da garupa, as angulações das coxas com a garupa, das coxas com as pernas, o prumo dos jarretes e, conforme o item anterior, as patas.</p>
<p>7. Cauda &#8211; é examinada em item separado, dada a sua importância no conjunto de características de cada raça: a posição da inserção na garupa; espessura e comprimento, incluídas as caudectomizadas; forma; porte e pelagem.</p>
<p>Em Movimento</p>
<p>Ida e Volta</p>
<p>Visto pela frente e/ou por trás &#8211; observação do grau de alinhamento, proximidade ou afastamento, entre os membros do lado esquerdo em relação aos do lado direito (single tracking ou em paralelo); o comportamento dos cotovelos; a direção, aprumo e firmeza dos metacarpos, durante uma passada e a direção, aprumo e firmeza dos jarretes, no instante da pisada.</p>
<p>O segredo de um bom julgamento é a análise do exemplar durante a movimentação. É, quando o apresentador não tem como tocar seu cão, portanto não pode ajeitá-lo.</p>
<p>Em Círculo</p>
<p>Visto de perfil &#8211; o árbitro, no centro da pista, pede que o condutor movimente o exemplar a trote lento, em círculo, para observar a postura, o comportamento e o preparo físico do exemplar; comportamento (firmeza ou oscilação) da linha superior (pescoço, dorso, lombo e garupa); a fluência e desenvoltura na movimentação, alcance das passadas dos membros anteriores, rendimento da propulsão dos posteriores e a cobertura de solo.</p>
<p>É o momento em que a rigidez/flacidez de seu dorso se evidencia. O comprimento do passo pode ser comparado com o comprimento do passo dos outros exemplares etc. É, também, quando alguns apresentadores confundem com competição de velocidade e tentam correr mais, às vezes um exemplar com boa amplitude de passada fica prejudicado porque para correr precisou aumentar a freqüência das passadas e, como conseqüência, reduzir o tamanho do passo.</p>
<p>A Preparação do Cão Para a Exposição</p>
<p>Sabendo o que se pede é relativamente fácil preparar seu cão para ser exibido numa exposição.<br />
Atenção &#8211; nenhum cão poderá apresentar-se em Exposições de Estrutura e Beleza com coleiras de grampo (espinhos). O cão será desclassificado.</p>
<p>1. O treinamento:<br />
Exame preliminar &#8211; o cão, qualquer que seja a raça, deverá estar treinado para se deixar tocar de tal maneira que o Árbitro possa verificar a dentadura, no caso dos machos, os testículos, e sentir sua estrutura.<br />
Exame em stay (parado) – o cão deve estar treinado para permanecer imóvel, em posição anatômica, durante, pelo menos, três minutos para permitir a observação do árbitro.<br />
Exame em movimento – o cão deve movimentar-se a trote, em linha reta, na direção que o árbitro orientar sem demonstrar ansiedade, agressividade ou nervosismo.<br />
Exame em conjunto com outros cães – da mesma forma o cão deverá se apresentar sociável sem aceitar provocações de outros cães e, principalmente, sem provocar.</p>
<p>2. O toucador:<br />
Cães de pêlo curto – (boxer, doberman, mastife, pinscher etc.) devem apresentar-se asseados, dentes limpos (sem tártaro), pelagem brilhante, unhas aparadas e isentos de cheiros desagradáveis.<br />
Cães de pêlo médio – (collie, golden retriever, setter etc.) além dos quesitos dos de pelo curto, devem estar escovados e com o pêlo desengordurado. Se o padrão indicar tosa, devem estar tosados de acordo com o descrito no padrão.<br />
Cães de pêlo longo – (lhasa apso, poodle, maltês, bichon frisée etc.) além dos quesitos dos de pelo curto, devem estar escovados, com o pêlo desengordurado e tosados de acordo com o descrito no padrão.</p>
<p>3. O apresentador – o cão poderá ser apresentado por um handler profissional, amador ou pelo seu proprietário. Em qualquer dos casos o apresentador deverá respeitar o Árbitro, os organizadores do evento e seus colegas de competição com uma atitude esportiva qualquer que seja o resultado.</p>
<p>4. O Árbitro – é a autoridade máxima dentro da pista de julgamento e suas decisões deverão ser respeitadas, pois os resultados são indiscutíveis e irrecorríveis.</p>
<p>5. Dúvidas e Reclamações – quaisquer dúvidas ou reclamações deverão ser dirigidas à superintendência da Exposição.</p>
<p>Bruno Tausz &#8211; Etólogo<br />
<a href="http://www.brunotausz.com.br" target="_blank">www.brunotausz.com.br</a><br />
Presidente do Conselho de Cinologia da CBKC<br />
Árbitro Allrounder da CBKC<br />
Árbitro de Adestramento da CBKC</p>
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